Você quer saber um pouco mais sobre nós?

 

Você sente que está num momento em que precisa dar um passo em direção à resolução de seus problemas, de buscar seu equilíbrio, de conhecer outras ideias, de conectar-se com novas possibilidades?

           

Então é importante mostrar porque gostaríamos de ter você conosco!

            Os cientistas Maturana e Varela realizaram muitos estudos sobre cognição e sobre coisas que pudessem definir o que é verdadeiramente um ser vivo.

            Estes estudos revelaram que, em última instância, o que diferencia os seres vivos dos seres não vivos é a capacidade de participar de sua própria criação, a autopoiese, isto é, a gênese de si mesmo. Eles avaliaram que o ser vivo possui uma estrutura e uma organização que impossibilita que outro organismo vivo possa, unilateralmente, determinar o que vai acontecer dentro dele.

            As mudanças que ocorrem ao longo da vida seriam consequências das relações estabelecidas repetidamente com outros seres e com o meio ambiente. Mudam as questões biológicas e também as condutas e movimentos em relação ao ambiente e aos outros seres.

            A conclusão foi que todas as nossas condutas, inclusive as chamadas racionais, sempre ocorrem sob o domínio de uma emoção básica que seria uma disposição corporal que gera possibilidade de algumas ações e não de outras. Assim, não haveria uma separação primordial entre a emoção e a razão, entre o biológico e o cultural ou entre o individual e o social.

            Se tais divisões são feitas é porque essa emoção é um fenômeno biológico tão básico e cotidiano que culturalmente a negamos em função de outras emoções.

            O nome dado a esta emoção biológica básica e cotidiana é AMOR!

            Essa não é uma referência ao amor transcendental ou divino e sim às ações que constituem o que chamamos de convivência, de social e de aceitação do outro como legítimo outro nesta convivência. Assim, a emoção que definiria as relações sociais é o amor, embora nem todas as relações sejam do mesmo tipo por não aceitarem o outro como legítimo na convivência. 

            Deste modo, seríamos seres biologicamente amorosos mas vivemos em uma cultura que nega estes fundamentos. E, se pararmos para pensar, veremos que as crianças não nascem sabendo fazer discriminações de raça, gênero ou religião, elas se aceitam naturalmente. A intolerância é consequência do aprendizado cultural e social.

            Aqui na HALOS PSICOLOGIA, gostamos desta forma de ver o mundo. Estamos buscando sempre repensar nossos conhecimentos e nossas práticas. Nos esforçamos para atuar dentro da fundamental ideia que estes cientistas nos revelaram: a de que há uma relação intrínseca entre vida e conhecimento:

 

            “viver é conhecer, é relacionar-se, é estabelecer vínculos de cooperação”

 

            Por isso, venha nos conhecer. Participe de nossos ciclos de debates. Faça nossos cursos. Contribua com sua ideias.

            E se precisar de um simples bate-papo ou de um bom terapeuta não hesite, entre em contato, marque uma hora só para você.