Ensine ao seu cérebro maneiras de viver bem

 (com base nos avanços da neurociência)

 

Quer criar novos caminhos para a sua vida?

Colocar em prática as promessas feitas no Ano-novo?

 

ENSINE AO SEU CÉREBRO MANEIRAS DE VIVER BEM

 

             Você quer realizar mudanças em sua vida, sente que precisa mudar. Mas acaba repetindo sempre as mesmas atitudes ou fica em dúvida sobre o que fazer para que as coisas aconteçam. Ou ainda, pode até saber, mas tem medo do que pode encontrar lá adiante.

            Saiba que o seu cérebro é capaz de te dar força diante de novos desafios. O que você precisa é saber como ele funciona para poder mudar suas perspectivas, já que a escolha de novas alternativas de viver é possível, mesmo em momentos desfavoráveis como os que estamos passando hoje. Veja a seguir.

 

NEURÔNIOS

 

Emoção, sentimento e consciência

              Pesquisas neurocientíficas já apontavam, lá nos anos 60, que fazer uma oposição entre mente (substância pensante) e corpo (substância material) não solucionava muitos de nossos problemas sobre a vida. Hoje sabe-se que nossas redes neurais interagem de forma complexa com o restante de nosso corpo e que, esse todo integrado nos possibilita viver, tomar decisões e ter consciência das escolhas que fazemos.

            Um dos grandes avanços nas últimas décadas foi o conhecimento de que existe uma correlação direta entre a razão e nossas emoções. De acordo com Antonio Damásio, um dos maiores neurocientistas da atualidade, é preciso fazer uma distinção entre emoção e sentimento para que possamos compreender o nosso funcionamento em termos de aprendizagem e experiências.

            As emoções são nossas reações orgânicas, aquelas que estabelecem nossa relação direta com a sobrevivência e diferentes situações da vida. Os sentimentos são as percepções, a interpretação que o cérebro dá a esses estímulos que nosso corpo recebeu. Assim, nossas emoções são parte fundamental de nossas ideias, dos mecanismos de aprendizagem, de interação social, modos de experenciar a vida, fazer escolhas e tomar decisões.

            Dependendo de como seja a emoção que temos, podemos desencadear ações diferentes dependendo de que tipo elas sejam. Emoções mais básicas como alegria, tristeza ou raiva, por exemplo, podem ser reconhecidas por nossa expressão facial e, inclusive, servir para contagiar um grupo ou mesmo uma coletividade. Já emoções sociais, resultantes de contextos socioculturais, como compaixão ou vergonha, podem desencadear atitudes de generosidade ou de fanatismo religioso, por exemplo.

            Já a consciência está associada a nossos planejamentos, criação de possibilidades de interação e tomadas de decisão, sempre relacionadas com nossas emoções e sentimentos (assim como com os processos sociais em que estamos inseridos) e que, por isso, também se desenvolve.

            Por outro lado, se existe toda esta correlação entre corpo e mente, emoção, sentimento e consciência como parte do todo que somos, também é possível criar gatilhos para puxar emoções e desenvolver sensibilidades que possam gerar aprendizados, alterações de consciência e despertar de memórias.

            Assim, as emoções e sentimentos têm enorme importância na construção de nosso raciocínio e, nosso cérebro tem a capacidade de criar representações (como se fossem filmes) sobre as experiências que nosso corpo está tendo e sobre tudo o que está ocorrendo ao nosso redor.

 Neuroplasticidade

     Neuroplasticidade é a capacidade que nosso cérebro tem de se reorganizar, de se remodelar tanto fisicamente como em seu modo de funcionamento. Isto pode ocorrer durante toda a nossa vida, embora esta capacidade esteja mais aumentada quando somos mais jovens.

Isto se dá sob influência de nossas emoções, pensamentos, experiências e do ambiente em que vivemos. Então, aquilo que sentimos, o modo como reagimos física e psicologicamente aos acontecimentos e ao meio em que vivemos terão influência sobre as alterações que existirão em nosso cérebro.

Do mesmo modo que nosso corpo melhora quando praticamos exercícios físicos também podemos melhorar o nosso cérebro com a alteração de hábitos, criando mais e novas conexões neuronais e usando a disciplina.

Quando criamos outros caminhos e conexões permitimos mudanças e novas adaptações tornando nosso cérebro mais forte e capaz de aprender, de se recuperar de lesões, de mudar hábitos e vícios e sair de uma depressão, entre outras coisas.

 Ser feliz e bem-humorado também dá trabalho!

É muito comum encontrarmos na internet algumas dicas para reprogramarmos o nosso cérebro e alterarmos radicalmente a nossa vida. Infelizmente isso não é assim tão simples.

Como carregamos conosco as experiências de uma vida inteira, tanto as boas como as ruins, podemos ter mais ou menos propensão a transformações, a aceitar mudanças de hábitos e a termos facilidade para buscar coisas novas e diferentes.

Neste sentido, o autoconhecimento, a motivação e a consciência da necessidade da mudança tornam-se fatores fundamentais para criar as condições que possam realmente revigorar o nosso cérebro e produzir alterações importantes.

Também é muito importante trabalhar a atenção nos objetivos, ter muita determinação e realizar um trabalho árduo para isso. Isto significa praticar, buscar novas experiências, focar em determinadas atividades e reforçar as conexões que forem sendo criadas.

É importante saber que nosso cérebro funciona buscando economizar energia e tentando prever acontecimentos, e para isso fica buscando associar situações com base em eventos e experiências passadas. Isso tem o seu lado bom porque evita muitos aborrecimentos, mas também tem um lado muito ruim porque não necessariamente leva em consideração todos os fatores envolvidos neste novo momento e pode tomar decisões equivocadas.

Além disso, ainda tem que decidir se aquela experiência deverá ficar registrada como boa ou não, e como está criando novas conexões tem que enfraquecer outras que não estiverem sendo utilizadas.

Resumindo: buscar mais alegrias e um cérebro turbinado dá bastante trabalho!

 Você é capaz de realizar mudanças positivas, mas tem que tomar cuidado com as negativas

Transformar coisas em nossa vida, mudar hábitos, melhorar nossa capacidade física, de memória e outras são escolhas que podemos fazer. Algumas são mais fáceis, outras mais complicadas. Mas em qualquer circunstância, o primeiro passo é buscar saber quem somos, quais são os nossos reais desejos, como agimos frente às escolhas difíceis que a vida nos apresenta. Ter consciência destas questões e do que queremos para a nossa vida é fundamental para realizarmos mudanças positivas em nosso cérebro e buscarmos outra energia de viver.

Já vimos como as emoções são fundamentais para a criação de nossos sentimentos, raciocínio e formação de nossa consciência. Nossas memórias emocionais podem ser muito fortes e gerar reações complicadas, por isso temos que estar atentos a elas, aos nossos sentimentos e também aos nossos pensamentos.

Uma das coisas importantes para esta atenção é o investimento em atividades de relaxamento, de meditação para melhorar a concentração, de buscar eliminar maus hábitos, o mau humor e os pensamentos negativos, a melhoria das condições gerais do corpo, assim como a busca de relacionamentos saudáveis.

 

 

Em janeiro estaremos promovendo o curso

 

“ENSINANDO O SEU CÉREBRO A VIVER BEM”

(a partir dos avanços da neurociência)

 

As vagas são limitadas, inscrição prévia é necessária.

 

 

OBSERVAÇÕES:    

 

1. A primeira aula é gratuita, você só paga as demais se gostar do que viu!

 

2. O restante do curso se dará em 4 aulas, às terças-feiras a partir das 18h

 

3. Caso tenha interesse em participar entre em contato conosco pelo site ou facebook.

 

4. Como as vagas são limitadas é necessário que sua inscrição para a primeira aula seja feita antecipadamente!